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sábado, 26 de novembro de 2011

HARMONIA




AO AGRADECERMOS A TODAS AS PESSOAS E TODAS AS COISAS, TUDO SE HARMONIZARÁ.

Ao seguir a jornada da vida com espírito de reverência e palavras de gratidão, até mesmo os piores espinheirais serão vencidos, as veredas se transformarão em caminhos amplos e a harmonia envolverá você. Hão de surgir pessoas que depositarão confiança em você; e mesmo aqueles que antes o hostilizavam se tornarão seus aliados, admiradores e colaboradores.

Livro: Mensagens de Luz

sexta-feira, 25 de novembro de 2011


TODAS AS PESSOAS POSSUEM TALENTO; BASTA DESENVOLVÊ-LO COM PERSEVERANÇA.

Em tudo nesta vida é necessário treinamento constante. O ser humano é filho de Deus e, desde o princípio, é dono de uma capacidade imensa. Porém, essa capacidade está “latente”, ainda não está claramente “manifestada”. Qualquer pessoa pode se tornar grandiosa, contanto que trace um rumo em sua vida e vá acumulando práticas, visando atingir a meta.

A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa. Quando se vê, já são seis horas. Quando se vê, já é sexta-feira. Quando se vê, já terminou o ano. Quando se vê, perdemos o amor da nossa vida. Quando se vê, já passaram-se 50 anos. Agora é tarde demais para ser reprovado. Se me fosse dado, um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio. Seguiria sempre em frente e iria jogando, pelo caminho, a casca dourada e inútil das horas. Desta forma, eu digo: Não deixe de fazer algo que gosta, devido à falta de tempo, pois a única falta que terá,será deste tempo que infelizmente não voltará mais. Mário Quintana Que vc tenha um ótimo final de semana!!!

É amigos, oscilação de humor parece mesmo que todos possuem, entretanto, “episódios destrutivos” provenientes de oscilação de humor... Ah... eu creio que não.Quantos bipolares não reconhecem a doença como verdadeira? E quantos cônjuges e/ou namorados (as), se pegam a dizer: Hei! Oscilação de humor é normal, todo mundo tem... Isso não doença não. Deixa de frescura...É importante alertar sobre todos os tópicos da doença e quanto é importante todo o tipo de apoio. Isso incluí um ambiente sem fatores estressantes por exemplo. Quantas famílias diante dos problemas do dia-dia ecoam berros, gritos e muita confusão.
Não é nada divertido sofrer de transtorno bipolar do humor. E devemos deixar isso claro aos nosso familiares. Não devemos também utilizar a bipolaridade como “muleta” para que a atenção volte-se para você, somente a você. Problemas todos tem, mas com certeza se cada um fizer sua parte para não interferir negativamente no problema do outro, então melhor. Fazer o contrário então, perfeito. É quando um ajuda o outro.Eu penso que só com informação e amor podemos mudar o quadro antes pintado pelo preconceito. Com informação, nossos familiares poderão perceber o quão é importante manter um ambiente tranquilo e harmonizado. De que adianta pilhas de medicamentos, horas de terapia, se quando você bipolar, que está em sua casa descansando (ou queria isso), parece que tudo está contra você? São críticas e mais críticas. Você não tem sossego.
Para que esse momento chegue mais rápido é importante que você converse abertamente com o seus familiares sobre o momentos de estresse que gostaria de evitar. E que isso não é só bom para si, mas para todos.O que quero dizer é que há famílias onde a guerra impera. É fofoca, brigas, discórdias, mágoas e por aí vai... No meio disso tudo encontra-se você: um bipolar em tratamento.Harmonizado o ambiente e todos fazendo sua parte de distribuir amor e não doses de raiva, as chances de um tratamento eficaz é enorme.
Se alguém tem um grande calo em sua família, pergunte se ele ou ela gostaria que você desse um pisão? É uma analogia para tentar dizer que todos nós temos problemas sim, uns maiores ou menores do que transtorno bipolar do humor, mas o que é certo, é que ninguém deveria pegar esse problema e transformar eles em coisas piores, pisando nos calos, por exemplo.
Eu sei que vivemos numa sociedade fragmentada e individualista, não vejo isso como um problema... Entretanto, não podemos perder o dom de amar o nosso semelhante. Não podemos deixar de ser pais, de ser irmãos e/ou cônjuges. Enfim, deixar... deixar... tudo de lado, porque não nos interessa, ou porque não temos tempo. Devemos portanto lutar sim por um tratamento (medicamentos, terapia etc...), mas principalmente fazer uma “higienização do ambiente familiar” como um processo muito importante.
Que tal um bom bate papo com os familiares sobre como todos podem fazer sua parte para que todos fiquem bem.Enfim...
Fico por aqui, e lhe deixo uma pergunta para que responda nos comentários: Como tem sido a convivência e o seu ambiente familiar?

A FISIONOMIA ALEGRE E FELIZ IGUALA-SE A PALAVRAS POSITIVAS

Para que a reunião familiar seja alegre e prazerosa, é essencial que todos os integrantes da familia falem de coisas positivas e agradáveis. A expressão fisionômica dos participantes também é importante, pois é um sinal prévio de que a reunião transcorrerá em harmonia ou não. Portanto, a primeira coisa que se deve fazer ao comparecer a uma reunião familiar é desfazer a cara fechada e mal-humorada.

terça-feira, 11 de outubro de 2011





‎"Não sinto nada mais ou menos, ou eu gosto ou não gosto. Não sei sentir em doses homeopáticas. Preciso e gosto de intensidade, mesmo que ela seja ilusória e se não for assim, prefiro que não seja.
Não me apetece viver histórias medíocres, paixões não correspondidas e pessoas água com açúcar. Não sei brincar e ser café com leite. Só quero na minha vida gente que transpire adrenalina de alguma forma, que tenha coragem suficiente pra me dizer o que sente antes, durante e depois ou que invente boas estórias caso não possa vivê-las. Porque eu acho sempre muitas coisas - porque tenho uma mente fértil e delirante - e porque posso achar errado - e ter que me desculpar - e detesto pedir desculpas embora o faça sem dificuldade se me provarem que eu estraguei tudo achando o que não devia.
Quero grandes histórias e estórias; quero o amor e o ódio; quero o mais, o demais ou o nada. Não me importa o que é de verdade ou o que é mentira, mas tem que me convencer, extrair o máximo do meu prazer e me fazer crêr que é para sempre quando eu digo convicto que "nada é para sempre."

"Gabriel García Márquez"

sábado, 17 de setembro de 2011

Afinidade...




A afinidade não é o mais brilhante, mas o mais sutil, 
delicado e penetrante dos sentimentos. 
E o mais independente. 
Não importa o tempo, a ausência, os adiamentos, 
as distâncias, as impossibilidades. 
Quando há afinidade, qualquer reencontro 
retoma a relação, o diálogo, a conversa, o afeto 
no exato ponto em que foi interrompido. 
Afinidade é não haver tempo mediando a vida. 
É uma vitória do adivinhado sobre o real. 
Do subjetivo para o objetivo. 
Do permanente sobre o passageiro. 
Do básico sobre o superficial. 
Ter afinidade é muito raro. 
Mas quando existe não precisa de códigos 
verbais para se manifestar. 
Existia antes do conhecimento, 
irradia durante e permanece depois que 
as pessoas deixaram de estar juntas. 
O que você tem dificuldade de expressar 
a um não afim, sai simples e claro diante 
de alguém com quem você tem afinidade. 
Afinidade é ficar longe pensando parecido a 
respeito dos mesmos fatos que impressionam comovem ou mobilizam. 
É ficar conversando sem trocar palavras. 
É receber o que vem do outro com aceitação anterior ao entendimento...
Afinidade é sentir com. Nem sentir contra, 
nem sentir para, nem sentir por. 
Quanta gente ama loucamente, 
mas sente contra o ser amado. 
Quantos amam e sentem para o ser amado, 
não para eles próprios. 
Sentir com é não ter necessidade de explicar o que está sentindo. 
É olhar e perceber. 
É mais calar do que falar, ou, quando falar, 
jamais explicar: apenas afirmar. 
Afinidade é jamais sentir por. 
Quem sente por, confunde afinidade com masoquismo. 
Mas quem sente com, avalia sem se contaminar. 
Compreende sem ocupar o lugar do outro. 
Aceita para poder questionar. 
Quem não tem afinidade, questiona por não aceitar. 
Afinidade é ter perdas semelhantes e iguais esperanças. 
É conversar no silêncio, tanto das possibilidades exercidas, 
quanto das impossibilidades vividas. 
Afinidade é retomar a relação no ponto em que 
parou sem lamentar o tempo de separação. 
Porque tempo e separação nunca existiram. 
Foram apenas oportunidades dadas (tiradas) pela vida, 
para que a maturação comum pudesse se dar. 
E para que cada pessoa pudesse e possa ser, 
cada vez mais a expressão do outro sob a 
forma ampliada do eu individual aprimorado.
"Artur da Távola"